Receita do Twitter despenca 40% após compra por Elon Musk, diz jornal
Matéria do Wall Street Journal diz que o Twitter, que tem feito demissões em massa pelo mundo, perdeu anunciantes desde outubro de 2022
A saída de anunciantes do Twitter após a compra de Elon Musk, em outubro de 2022, resultou em uma queda de 40% na receita e nos ganhos ajustados em dezembro do ano passado — quando comparado ao ano anterior. Tudo isso em meio a uma onda de demissões que está afetando os escritórios da empresa ao redor do mundo.
O Twitter não divulga seus ganhos publicamente desde a aquisição de Musk. Porém, fontes citadas pelo revelaram a queda em uma atualização para os investidores.
Não se sabe ao certo os valores da receita e ganhos mensais anteriores, já que antes de Musk, o Twitter relatava ganhos por trimestre. Entretanto, seu último relatório público foi para o segundo trimestre de 2022. Na época, o Twitter relatou uma , com um prejuízo líquido de $ 270 milhões.
Em 2021, a empresa apresentou um prejuízo líquido anual de US$ 221 milhões. De acordo com o WSJ, “O Twitter registrou uma perda líquida em oito dos 10 anos de 2012 a 2021 e não registrou lucro anual desde 2019”.
Ofertas podem melhorar a receita do Twitter?
Nem mesmo promoções especiais do mês conseguiram convencer os anunciantes, que se preocuparam com a moderação de conteúdo do site após a chegada do novo CEO. Em dezembro, cerca de 70% dos 100 principais anunciantes do Twitter pré-Musk já não estavam mais anunciando na rede social.Mas ainda há luz no fim do túnel: em fevereiro, alguns anunciantes voltaram, podendo elevar a receita nos primeiros meses de 2023. Os retornos se devem, parcialmente, aos preços promocionais para o final de semana do Super Bowl, o maior para o Twitter nos Estados Unidos.